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sexta-feira, 20 de março de 2026

Você está usando corretamente as Classes IFC no seu modelo BIM?

Em muitos projetos, a modelagem avança, o nível de detalhe aumenta… mas um ponto essencial ainda é negligenciado: a correta utilização das Classes IFC nos elementos construtivos.

Mais do que uma simples “classificação”, as Classes IFC no padrão buildingSMART definem a natureza dos elementos dentro dos modelos. Um objeto não é apenas uma geometria — ele precisa representar corretamente o que ele é no contexto da construção.

Quando um elemento é classificado de forma inadequada — por exemplo, uma viga modelada como IfcBuildingElementProxy em vez de IfcBeam— diversos problemas podem surgir:

- Falhas na extração de quantitativos;
- Inconsistências em processos de compatibilização;
- Dificuldades na automação de verificações;
- Perda de confiabilidade nas análises do modelo;
- Comprometimento da interoperabilidade entre softwares.

No exemplo abaixo, as vigas foram exportadas como IfcBuildingElementProxy, portanto não possuem os Conjuntos de Propriedades (Property Sets), nem os de Quantidades (Quantity Sets) esperados para este elemento construtivo.




A correta definição das Classes IFC impacta diretamente a qualidade da informação e a eficiência dos fluxos Open BIM.

Em processos de coordenação e auditoria, essa padronização permite:

- Melhor organização e leitura do modelo;
- Regras de verificação mais assertivas;
- Integração consistente entre diferentes disciplinas;
- Uso eficiente de ferramentas de análise e validação.

Além disso, o uso adequado das Classes IFC é fundamental para atender requisitos normativos, contratos BIM e especificações técnicas — especialmente em ambientes que exigem alto nível de controle da informação.

Se o seu modelo ainda depende de soluções genéricas como IfcBuildingElementProxy, talvez seja o momento de revisar seus processos.
Modelar corretamente não é apenas desenhar bem — é estruturar a informação com precisão.

Quer garantir que seus modelos BIM estejam realmente preparados para fluxos Open BIM?

Tenho apoiado profissionais e empresas a evoluírem na auditoria e padronização de modelos IFC, com foco em qualidade da informação, interoperabilidade e confiabilidade dos dados.

Me chame no WhatsApp (41) 99579-2149 para entender como aplicar isso nos seus projetos.

Ou comente “IFC” que eu te envio mais detalhes sobre o treinamento e consultoria.

segunda-feira, 9 de março de 2026

Por que muitos modelos BIM não entregam o valor que deveriam?

Em diversos projetos que analiso, encontro problemas recorrentes nos modelos:

• Parâmetros incompletos ou inconsistentes;

• Ausência de padronização das informações;

• Dificuldade para extrair quantitativos confiáveis;

• Problemas de interoperabilidade entre softwares

• Conflitos entre disciplinas identificados tardiamente.

Na prática, isso significa retrabalho, perda de tempo e decisões baseadas em informações pouco confiáveis.

É justamente nesse ponto que entra a Consultoria BIM.

A consultoria permite estruturar processos, validar modelos e garantir que as informações estejam alinhadas com os objetivos do projeto — seja para coordenação, compatibilização, extração de quantitativos ou gestão da informação.

Em fluxos OpenBIM, ferramentas como Bonsai (BlenderBIM), BIMcollab Zoom e análise de arquivos IFC permitem realizar verificações técnicas profundas nos modelos.

O objetivo não é apenas identificar erros, mas melhorar a qualidade da informação e a eficiência do processo BIM.

Na sua experiência, qual é o maior desafio ao trabalhar com modelos BIM hoje?





terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

A importância da Auditoria de Modelos BIM em OpenBIM: IFC, BCF e IDS

Você confia plenamente no modelo digital utilizado para orçamentos, compatibilização e tomada de decisão?

No contexto OpenBIM, trabalhamos com padrões abertos que estruturam a informação do projeto. Mas utilizar padrões não significa, automaticamente, garantir qualidade.

Uma auditoria eficaz envolve principalmente três pilares:


1 - Industry Foundation Classes (IFC) – Estrutura e dados do modelo


O IFC é o padrão aberto que organiza:

- Geometria

- Estrutura espacial (Site, Building, Storey)

- Classes dos elementos

- Property Sets e atributos

- Auditar o IFC significa verificar:

✔ Se os elementos estão corretamente classificados

 ✔ Se os parâmetros obrigatórios foram preenchidos

 ✔ Se a estrutura espacial está coerente

 ✔ Se o modelo atende aos requisitos definidos no BEP

Sem essa validação, quantitativos, análises e compatibilizações podem ser comprometidos.


 2 - BIM Collaboration Format (BCF) – Comunicação estruturada de inconsistências


O BCF não armazena o modelo, mas registra:

- Interferências

- Não conformidades

- Solicitações de correção

- Comentários técnicos vinculados ao modelo

Ele garante rastreabilidade e organização na comunicação entre disciplinas, evitando trocas informais e perda de informações críticas.

Na auditoria, o BCF transforma problemas identificados em ações estruturadas.


3 - Information Delivery Specification (IDS) – Requisitos verificáveis


O IDS define, de forma estruturada e verificável:

- Quais informações cada elemento deve conter

- Em qual fase

- Para qual finalidade

Ou seja, o IDS traduz requisitos contratuais e técnicos em regras objetivas de validação.

Durante a auditoria, o IDS permite checagens automáticas de conformidade, reduzindo subjetividade e aumentando segurança técnica.


Auditoria OpenBIM é governança da informação


Quando IFC estrutura o modelo, BCF organiza a comunicação, e IDS define regras claras de validação, temos um processo robusto de controle de qualidade.

Sem auditoria, o modelo pode conter:

- Dados incompletos

- Classificações incorretas

- Informações incompatíveis com orçamento e planejamento

- Riscos contratuais

Auditar modelos BIM não é apenas uma atividade técnica — é uma prática de gestão de risco e maturidade digital.

Organizações que estruturam auditoria com IFC + BCF + IDS elevam o nível de confiabilidade dos seus projetos e reduzem significativamente retrabalho e incertezas.

Se sua equipe precisa estruturar esse processo de forma técnica e estratégica, posso apoiar com consultoria e treinamentos especializados em Auditoria OpenBIM.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Como Inserir Quantidades no IFC com o Bonsai (BlenderBIM) e Extrair os Dados de Forma Eficiente

No contexto da metodologia BIM, a gestão de quantitativos é uma etapa essencial para orçamentação, planejamento e auditoria de modelos. E quando falamos em fluxos OpenBIM, a boa prática é garantir que essas informações estejam incorporadas diretamente ao arquivo IFC. Uma ferramenta gratuita e poderosa que permite essa inserção e extração de dados de forma direta é o Bonsai (BlenderBIM). Neste artigo, explico como você pode utilizar essa plataforma para adicionar quantidades ao seu modelo IFC e, em seguida, extrair esses dados de maneira estruturada.


 🧱 Inserindo Quantidades no Modelo IFC


Dentro do Bonsai, você pode acessar qualquer objeto do modelo (como paredes, lajes, pilares, etc.) e visualizar seus dados IFC. Caso o modelo não tenha as quantidades preenchidas, você pode:

✅ Criar um novo conjunto de propriedades;

✅ Inserir manualmente propriedades como Área, Volume e Comprimento;

✅ Mas, recomendo utilizar o recurso Perform Quantity Take-off do Bonsai, que calcula valores com base na geometria real dos objetos.


Essa flexibilidade permite enriquecer o modelo com dados fundamentais para orçamentistas, engenheiros e coordenadores.


 📊 Extraindo os Quantitativos do Modelo IFC


Após inserir ou revisar as quantidades, o próprio Bonsai permite a exportação direta dos dados para uma planilha. É possível selecionar quais informações serão extraídas, como:


- Nome do pavimento (IfcBuildingStorey);

- Tipo de elemento (IfcClass);

- Nome do objeto (IfcName);

- Propriedades como Área e Volume.


Esses dados são organizados em um arquivo CSV ou XLSX, facilitando o uso em planilhas de orçamento, Power BI ou outros sistemas.


 🚀 Por que fazer isso no próprio IFC?


✅ Porque torna o modelo mais rico em informações, promovendo interoperabilidade com qualquer software que leia IFC.

✅ Porque facilita auditorias, análises e validações.

✅ Porque ajuda a garantir que os dados estejam centralizados, evitando duplicidades entre modelo e planilhas externas.


Se você trabalha com orçamentos, compatibilização ou auditoria de modelos BIM, vale a pena investir um tempo para dominar esse processo no Bonsai. Além de ser uma ferramenta gratuita, ela segue os princípios do OpenBIM e permite total controle sobre os dados do seu modelo.


🎥 Publiquei um vídeo, com um passo a passo visual de como realizar esse procedimento. Veja abaixo:





sábado, 28 de junho de 2025

Análise de Requisitos com IDS

Entregar modelos IFC com qualidade e consistência é um dos grandes desafios no fluxo Open BIM. Não basta apenas modelar — é fundamental garantir que os arquivos atendam aos requisitos de informação definidos para cada fase do projeto.

Nesse contexto, o uso do IDS, se torna uma ferramenta indispensável para formalizar e automatizar essa verificação.

Neste artigo, vou compartilhar como estruturar e aplicar essas regras no Bonsai (BlenderBIM), contribuindo para um fluxo Open BIM mais confiável e padronizado.




O que é um IDS?


IDS (Information Delivery Specification) é um formato padronizado (XML) que descreve os requisitos de informação que um modelo IFC deve atender.

Por exemplo: quais propriedades devem existir em um determinado tipo de elemento, quais classes IFC devem ser utilizadas, quais valores são esperados para certos campos.

É um recurso alinhado às boas práticas de governança da informação em projetos BIM e totalmente compatível com normas como a ISO 19650 e a NBR 15965.


Por que usar IDS com Bonsai ?


✔ Integração nativa — você pode carregar e aplicar IDS diretamente no Bonsai.

 ✔ Não depende de ferramentas proprietárias. 

✔ Garante a rastreabilidade das informações entregues. 

✔ Facilita a comunicação entre projetistas, coordenadores e contratantes. 

✔ Automatiza a verificação, evitando checagens manuais demoradas e sujeitas a erro.


Como estruturar um IDS


Antes de criar um IDS, é importante mapear: 

✅ Quais classes IFC devem estar no modelo. 

✅ Quais propriedades são obrigatórias por tipo de elemento. 

✅ Quais valores são esperados (listas, domínios, formatos). 

✅ Qual nível de detalhe e informação é requerido em cada etapa.


Aplicando IDS no Bonsai


No Bonsai, o fluxo é muito simples: 

1️⃣ Carregue seu arquivo IFC. 

2️⃣ Importe o IDS que você deseja aplicar. 

3️⃣ Execute a verificação. 

4️⃣ Analise os resultados — você verá quais elementos não atendem aos requisitos. 

5️⃣ Gere relatórios para documentação e acompanhamento.


Boas práticas


🔸 Documente seus IDS dentro do BEP (Plano de Execução BIM). 

🔸 Atualize conforme o projeto evolui. 

🔸 Compartilhe os IDS com todos os stakeholders. 

🔸 Sempre execute a verificação antes das entregas oficiais — um pré-check é essencial para evitar retrabalhos.


Conclusão


A Análise de Requisitos com IDS fortalece a governança da informação nos projetos e torna o fluxo Open BIM mais profissional e confiável.

Ferramentas como o Bonsai (BlenderBIM) tornam isso acessível a todos os profissionais, sem depender de softwares pagos ou fechados.

Você já está usando IDS nos seus projetos? Compartilhe sua experiência nos comentários! 🚀

Veja no vídeo abaixo, o IDS na prática:







sexta-feira, 25 de abril de 2025

Bonsai (BlenderBIM) - Clash Detection - BCF

Neste vídeo, vamos mostrar como realizar Análises de Interferências (Clash Detection) de modelos IFC no Bonsai (BlenderBIM). 

E também, como visualizar os resultados das análises, e exportar os apontamentos no formato BCF para visualização em outros softwares. 



sexta-feira, 11 de outubro de 2024

A Importância da Auditoria de Modelos BIM em IFC

 A auditoria de modelos BIM em IFC, é essencial para garantir a qualidade e a interoperabilidade entre diferentes plataformas de software no setor da construção civil. O formato IFC permite a troca eficiente de dados entre softwares, mas, sem a correta validação destes modelos, problemas como inconsistências, perda de informações e incompatibilidades podem ocorrer.


Auditar esses modelos de forma correta, assegura: -Interoperabilidade: Garante que os dados sejam corretamente interpretados entre diferentes ferramentas.

- Qualidade e Consistência: Identifica erros, informações faltantes ou divergências no modelo.

- Conformidade: Verifica se o modelo está alinhado com normas e requisitos de projeto.

- Colaboração Eficiente: Facilita o trabalho entre equipes de disciplinas diferentes.

- Redução de Retrabalho: Identifica problemas antecipadamente, evitando atrasos e custos extras. Em resumo, a auditoria de modelos IFC melhora a comunicação, minimiza erros e otimiza os resultados finais dos projetos. Quer saber mais sobre este assunto? Acesse o link abaixo para participar do Webinar sobre Auditoria de Modelos IFC, que será realizado em parceria com a EBBIM no dia 14/10 às 20h. https://bit.ly/3NiCRqv





    quarta-feira, 7 de agosto de 2024

    Auditoria de Arquivos IFC com IDS no BlenderBIM

    A auditoria de arquivos IFC é fundamental para garantir a precisão e a integridade dos dados em projetos de arquitetura, engenharia e construção. Utilizando o BlenderBIM com arquivos IDS, esse processo se torna mais eficiente e automatizado.

    Importância da Auditoria de Arquivos IFC

    1. Qualidade dos Dados: verificar se os dados estão corretos e completos, evitando erros e retrabalhos.
    2. Conformidade: assegurar que o projeto atende normas e padrões regulatórios.
    3. Coordenação: facilitar a integração entre diferentes disciplinas e equipes.
    4. Redução de Custos: identificar e corrigir problemas antecipadamente, evitando custos adicionais e atrasos.
    5. Decisões Informadas: fornecer uma base sólida para a tomada de decisões durante o projeto.

    Como Realizar a Auditoria com IDS no BlenderBIM

    1. Importação do Arquivo IFC: abra o arquivo IFC no BlenderBIM para visualização e manipulação.
    2. Criação do Arquivo IDS: defina os requisitos de dados no arquivo IDS, especificando as informações que devem estar presentes.
      Abaixo dois exemplos de especificações para verificação de requisitos:


    Especificação para verificar se os ambientes dos banheiros têm altura = 2.4m

    Especificação para verificar se os ambientes dos banheiros têm altura = 2.4m




    Especificação para verificar se as portas e janelas possuem a propriedade EOI_CÓDIGO, do PropertySet JC-BIM, preenchida.

    1. Validação com IDS: utilize o recurso IFC Tester, do BlenderBIM, para validar o arquivo IFC com o arquivo IDS, verificando automaticamente a conformidade dos dados.


    1. Análise Visual: destaque os elementos que não atendem aos requisitos do IDS para facilitar a identificação e correção.


    1. Geração de Relatórios: no BlenderBIM é possível criar relatórios (HTML e ODS) detalhados sobre os elementos, ajudando na documentação e planejamento das correções.


    Relatório com o resultado da verificação no formato HTML


    1. Arquivos BCF: o BlenderBIM também permite exportar os resultados no formato BCF.



    Conclusão

    A auditoria de arquivos IFC com IDS no BlenderBIM é essencial para garantir a qualidade e a consistência dos dados nos modelos IFC. Essa abordagem não só melhora a eficiência, mas também assegura que os modelos estejam em conformidade com normas e padrões, atendendo aos requisitos estabelecidos no Plano de Execução BIM, por exemplo.


     

    quarta-feira, 26 de junho de 2024

    Extração de Quantitativos de Arquivos IFC com BlenderBIM e Python

    Extração de Quantitativos de Arquivos IFC com BlenderBIM e Python: Otimizando Processos na Indústria da Construção

    Extração das áreas dos elementos construtivos













    A extração de quantitativos de arquivos IFC (Industry Foundation Classes) é um processo crucial na indústria da construção, essencial para estimativas de custos, planejamento e gestão de projetos. Utilizar ferramentas como o BlenderBIM, combinadas com scripts em Python, pode transformar essa tarefa, tornando-a mais eficiente e precisa. Aqui estão alguns pontos chave para entender essa otimização:

    O que é BlenderBIM?

    BlenderBIM é um poderoso addon para o software Blender, focado em manipulação de dados BIM. Ele permite a leitura, visualização e modificação de arquivos IFC, proporcionando uma plataforma robusta para a extração de quantitativos.

    Por que Utilizar Scripts em Python?

    Python é uma linguagem de programação versátil e de fácil aprendizado. No contexto do BlenderBIM, scripts em Python permitem:

    - Automatização: Processos repetitivos podem ser automatizados, economizando tempo e reduzindo erros.
    - Personalização: Scripts personalizados podem ser criados para atender às necessidades específicas de cada projeto.
    - Integração: Possibilidade de integrar dados extraídos com outras ferramentas e sistemas de gestão de projetos.

    Passos para Extrair Quantitativos

    1. Configuração do Ambiente:

       - Instale o Blender e o addon BlenderBIM.
       - Configure seu ambiente de desenvolvimento com Python e as bibliotecas necessárias.

    2. Leitura do Arquivo IFC:

       - Carregue o arquivo IFC no Blender utilizando a interface do BlenderBIM.

    3. Navegação na Estrutura IFC:

       - Utilize scripts em Python para acessar diferentes elementos e suas propriedades dentro do arquivo IFC.

    4. Extração de Dados:

       - Desenvolva scripts que extraiam quantitativos específicos, como áreas, volumes e comprimentos. Por exemplo, para calcular a área total de paredes, o script pode iterar sobre os elementos do tipo parede e somar suas áreas.

    Exemplo de Script em Python

    Aqui está um exemplo simples de script que extrai a área de todas as paredes de um arquivo IFC:

    ```python
    import bpy
    import ifcopenshell

    # Carrega o arquivo IFC
    ifc_file_path = "/caminho/para/seu/arquivo.ifc"
    ifc_file = ifcopenshell.open(ifc_file_path)

    # Inicializa a soma das áreas
    total_area = 0

    # Itera sobre todos os elementos do tipo IfcWall
    for wall in ifc_file.by_type("IfcWall"):
        for rel in wall.IsDefinedBy:
            if rel.is_a("IfcRelDefinesByProperties"):
                prop_set = rel.RelatingPropertyDefinition
                for prop in prop_set.HasProperties:
                    if prop.Name == "Area":
                        total_area += prop.NominalValue.wrappedValue

    print(f"Área total das paredes: {total_area} m²")
    ```

    Conclusão

    A utilização do BlenderBIM e scripts em Python para a extração de quantitativos de arquivos IFC oferece uma abordagem eficiente e personalizável para gerenciar informações de construção. Essa combinação pode significativamente melhorar a precisão e a eficiência dos processos de estimativa e planejamento de projetos.

    Para mais informações sobre BlenderBIM, Python e IFC, consulte a documentação oficial e participe de comunidades online para compartilhar conhecimento e resolver dúvidas.

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    Conecte-se comigo para mais insights sobre BIM, tecnologia na construção e automação de processos.

    terça-feira, 11 de junho de 2024

    BlenderBIM - Auditoria de Modelos BIM

    O BlenderBIM, mostra-se uma excelente alternativa para a auditoria de modelos BIM.

    Nele é possível, verificar varias informações dos modelos, se foram preenchidas e se estão corretas, de acordo com as premissas estabelecidas no PEB (Plano de Execução BIM).

    Abaixo, alguns exemplos, de verificações das informações dos elementos construtivos:


    EOI para Descrição dos elementos de arquitetura







    EOI para Descrição dos elementos de estrutura








    Abaixo, alguns exemplos, de verificações das informações dos ambientes (IfcSpace):


    Nomes dos Ambientes








    Tipos dos Ambientes










    Pavimentos dos Ambientes









    Revestimento dos pisos dos ambientes









    segunda-feira, 13 de julho de 2020

    BIM como Inovação Disruptiva

    “Produto ou serviço que cria um novo mercado e desestabiliza os concorrentes que antes o dominavam”, essa é a definição do professor Sérgio Scheer para explicar o que é a inovação disruptiva. “Algo mais simples, mais barato do que já existe ou algo capaz de atender a um público que não tinha acesso ao mercado. Em geral, começa servindo a um público modesto até abocanhar todo o segmento”, completa.
    Com aproximadamente 40 anos de experiência na área da construção civil, entusiasta do BIM, o professor Scheer é o palestrante da vez do Ciclo de Palestras On-line produzido pela CBIM-CAU/PR.
    Inovação e disrupção; tecnologias disruptivas; BIM como inovação disruptiva; era da conexão e canteiro 4.0; e transformação digital e futuro da construção são os temas abordados durante a palestra, a 9ª do ciclo on-line.

    Fonte: CAU/PR https://www.caupr.gov.br/?p=27476


    sexta-feira, 3 de julho de 2020

    Trabalho Colaborativo no ArchiCAD

    O Trabalho Colaborativo no ArchiCAD é o assunto da sexta palestra on-line disponibilizada pela Comissão de BIM no Canal do Youtube do CAU/PR. A arquiteta e urbanista Juliana Lahoz demonstra o funcionamento da modelagem de arquitetura na versão corrente do software.


    “O ambiente colaborativo permite que os usuários atuem de forma mais eficiente tanto em projetos de maior escala quanto em empresas menores, tornando viável o trabalho a partir de diferentes locações e fusos horários, além de manter a rotatividade do projeto e a não dependência de horários estabelecidos”, explica a profissional convidada pela CBIM para ministrar a palestra.


    De acordo com a arquiteta e urbanista, que é especialista em Gerenciamento de Obras e treinadora certificada do software, o processo que permite trabalhar de maneira compartilhada e colaborativa dentro do ArchiCAD é chamado de Teamwork. Essa ferramenta possibilita a comunicação entre os usuários dentro do próprio programa e oferece funções com controle, permissões e compartilhamento das alterações elaboradas por profissionais que atuam de forma simultânea. “Entender a plataforma utilizada é essencial para o seu melhor aproveitamento. O ArchiCAD apresenta diversas potencialidades, o que possibilita a utilização da ferramenta de forma correta e completa”, resume Juliana Lahoz.


    FONTE: CAU/PR: https://www.caupr.gov.br/?p=27277


    quinta-feira, 2 de julho de 2020

    BIM no Planejamento de Obras

    “O BIM não vai resolver todas as dores da construção civil. Nós temos que usar tecnologias, processos, rever conceitos e aplicar métodos modernos”. Esta afirmação é do arquiteto e urbanista Rogério Suzuki, o convidado da Comissão de BIM do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CBIM-CAU/PR) para ministrar a palestra on-line BIM no Canteiro de Obras – Uma Abordagem Prática do 4D.

    FONTE: CAU/PR: https://www.caupr.gov.br/?p=27210



    segunda-feira, 25 de maio de 2020

    BIM no desenvolvimento de Projetos Arquitetônicos

    “BIM é uma filosofia de trabalho que integra arquitetos, engenheiros e construtores na elaboração de um modelo virtual preciso, que gera uma base de dados que contém tanto informações topológicas como os subsídios necessários para orçamento, cálculo energético e previsão de insumos e ações em todas as fases da construção”. É com esta definição do professor do Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA), Chuck Eastman, que o arquiteto e urbanista Juliano Coimbra do Nascimento, integrante da Comissão Temporária de BIM do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CBIM-CAU/PR), inicia a sua palestra on-line, a terceira produzida pela Comissão.

    Além de conceitos e definições, a palestra mostra algumas tendências para a adoção global do BIM. No Brasil, por exemplo, o governo federal publicou o Decreto 10.306/2020 que estabelece a utilização do Building Information Modeling (BIM) na execução direta ou indireta de obras e serviços de engenharia e de arquitetura realizados pelos órgãos e pelas entidades da administração pública federal.

    A apresentação on-line ainda aborda o BIM no desenvolvimento de projetos arquitetônicos e a Interoperabilidade ou IFC (Industry Foundation Classes, na sigla em inglês), um esquema que torna possível conter dados e trocar informações entre diferentes aplicativos para BIM, cobrindo muitas disciplinas que contribuem para um edifício e o seu ciclo de vida.

    Clique AQUI para download do PDF da apresentação.

    FONTE: CAU/PR: https://www.caupr.gov.br/?p=27119



    segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

    BIM - CICLO DE PALESTRAS

    SEGUNDO EVENTO DO CICLO DE PALESTRAS 
    DA COMISSÃO DE BIM DO CAU-PR .

    CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO PARA REALIZAR SUA INSCRIÇÃO



    quinta-feira, 28 de novembro de 2019

    BIM - CICLO DE PALESTRAS

    EVENTO DE LANÇAMENTO DA COMISSÃO TEMPORÁRIA DE BIM DO CAU-PR
    E DO CICLO DE PALESTRAS RELACIONADAS AO BIM.

    CLIQUE NA IMAGEM PARA REALIZAR SUA INSCRIÇÃO


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    quarta-feira, 8 de março de 2017

    Palestra BIM - Sinduscon PR

    O Sinduscon Paraná promove, em parceria com o INBEC (Instituto Brasileiro de Educação Continuada), uma palestra sobre BIM. 
    O palestrante será o renomado professor Luiz Augusto Contier, que é referência sobre o tema no Brasil.

    O especialista irá abordar os principais aspectos estratégicos do BIM: Tecnologias, processos de negócios e de Engenharia, aspectos humanos e outras perspectivas, e o caminho para participar desta nova realidade competitiva.



    A palestra será no dia 14 de março, às 19h, no Auditório da Sede Social do Sinduscon Paraná, na rua da Glória, 175, bairro Centro Cívico. 

    As inscrições devem ser feitas online através do link abaixo:

    https://www.sympla.com.br/palestra-gratuita---bim-um-caminho-sem-volta__121159

    FONTE: http://sindusconpr.com.br/

    sexta-feira, 24 de outubro de 2014

    Fazer em BIM custa mais caro?

    O tema BIM entrou na moda. Todos querem fazer BIM, Clientes pedem BIM, mas, infelizmente, BIM não é um produto, uma tecnologia, uma caixinha que se compra e que se passa a usar de um dia para o outro. O mercado de engenharia consultiva, que passou anos sem investir em tecnologia, sem se preocupar com seu processo, enxerga esta vontade de usar Building Information Modeling (BIM) e sua consequente dificuldade como uma analogia perfeita a uma criança, que está ainda engatinhando e quer sair correndo.
    O conceito de BIM mais importante não é o tecnológico, mas é o que está vinculado ao processo, e aí está a maior dificuldade que as empresas estão enfrentando. Para dar certo e não se desperdiçar dinheiro os diretores deveriam entender o BIM, criar uma estratégia de produção e de produto com base no que ele pode oferecer, discutir como serão os contratos, acompanhar os primeiros projetos bem de perto para corrigir e entender as "sombras" que a tecnologia acaba iluminando.
    No atual processo de produção, sequencial, linear, bidimensional e não integrado, os problemas e as incompatibilidades, acabam sendo resolvidos em fases mais adiantadas do projeto ou, até mesmo, durante a obra. Estamos acostumados com isto. Fazemos isto desde sempre, é o "natural". Nossos contratos, nossa relação comercial, o mercado, tudo funciona dentro desta lógica. É fácil de entender que essas características acarretam em um aumento de custo ao empreendimento, pois projetos e obras precisam ser refeitos, sem contar os atrasos.
    A tecnologia de modelagem em BIM permite uma processo de produção integrado, tridimensional e simultâneo, com recursos que apoiam a detecção de muito dos problemas e incompatibilidades, com ferramentas de simulação e outras tecnologias que praticamente emulam de maneira virtual o edifício que será erguido. Além das disciplinas técnicas, que vão determinar como será o empreendimento, entram todas as questões relativas ao processo construtivo, planejamento, custo e logística com cada item, agregando mais complexidade ao modelo e à sua construção.
    Comprar uma ferramenta de projeto com capacidade de BIM e continuar com o processo de produção sequencial, linear, bidimensional e não integrado é desperdiçar dinheiro. Achar que a compra de software e cursos padrões vão colocar a empresa no patamar de BIM é ilusão. Ter um projeto feito em 3D para mostrar como vitrine dizendo que faz BIM é propaganda enganosa.
    Conversando com diretores de empresas de engenharia consultiva há uma pergunta recorrente, fazer em BIM custa mais caro? Normalmente, esta pergunta vem porque há o entendimento que o BIM se resume em comprar um software, talvez umas máquinas e treinar a equipe. Sabem que vão precisar comprar, não sabem bem porque, o querem saber são argumentos para repassar custos ou garantir que não haverá aumento.
    Este texto tem o objetivo de esclarecer que o BIM é uma oportunidade para empreender. Em todo empreendimento há custos, mas o valor agregado da engenharia consultiva vai aumentar exponencialmente dentro da cadeia produtiva. Entendo que o empresário que entender isso vai largar na frente e as grandes empresas de engenharia consultiva do século XXI começarão a ser forjadas com base nesta nova tecnologia.